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Entrevistamos a Ilustradora da DC Adriana Melo na CCXP

Escrito por em 21 de dezembro de 2017

Durante a CCXP, entrevistamos Adriana Melo, Desenhista, Ilustradora e Colorista que nunca teve meta para a carreira. Mas, amava passar o dia desenhando, com o desejo de se sustentar com o desenho. Ela já disse em outras entrevistas que produzir para o mercado americano/europeu é uma caminhada longa e que requer muita determinação. As dificuldades no início são muito, muito grandes, principalmente por que se demora algum tempo até poder realmente se viver de quadrinhos. Muita barreira aparece no início, já que ser desenhista de quadrinhos não é visto como uma profissão por assim dizer, sem holerite e fundo de garantia.

Para Adriana Melo no dia a dia na disputa por vagas e afins, nunca enfrentou uma muralha real por ser mulher. Até pelo fato do editor escolher puramente pelo portfólio quem vai fazer parte da equipe criativa da revista, sem se preocupar com o gênero.

Percebo que em fóruns de quadrinhos os leitores tendem a ter preconceito a respeito por ser mulher, mas, entre os profissionais, nunca vivi nada assim. Adriana Melo

Adriana fez um crossover com o personagem Justiceiro, da Marvel Comics, tornando-se a primeira mulher a desenhar o personagem. Produziu da série Star Wars: Empire series. Na DC Comics , trabalhou com Gail Simone em Rose & Thorn e foi capista da revista Aves de Rapina.

Durante o seu período na série Witchblade, da Top Cow,  Foi também desenhista de Ms Marvel – é um codinome usado por um número considerável de super-heróinas de  HQ Americana da Marvel Comics. A personagem foi originalmente concebida como uma contraparte feminina do Capitão Marvel.

Como o Capitão Marvel, a maioria dos portadores do título de Miss Marvel ganhar seus poderes através da tecnologia Kree ou genética. A Marvel publicou quatro séries intituladas Ms. Marvel, com os dois primeiros estrelados por Carol Danvers, e a terceira e quarta estrelado por Kamala Khan.

O número de meninas se interessando pela área também está aumentando. Acho que isso se deve ao fato de que as HQs passaram a fazer parte da cultura pop, massificada graças a filmes e séries de TV. Isso era inexistente quando comecei. Adriana Melo

Quer saber mais sobre HQ? Comedores de Quadrinhos na Rádio Geek.

 

 


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