Assassin’s Creed Shadows finalmente apareceu rodando na aguardada Switch 2. A análise detalhada da Digital Foundry revelou que o resultado ultrapassa as expectativas para um hardware portátil. O modo portátil entrega desempenho mais estável que o modo ligado à TV, fator que chamou atenção da comunidade.
Mesmo com cortes técnicos, a Ubisoft manteve grande parte do visual do Japão feudal. Geometria complexa de templos e vilarejos continua presente, embora texturas e reflexos tenham sido simplificados. Mas é na jogatina fora do dock que o título realmente brilha, mostrando o potencial do console híbrido.
Modo portátil de Assassin’s Creed Shadows impressiona na Switch 2
Com o aparelho nas mãos, o jogo segura 30 fps praticamente cravados e se beneficia do VRR, que suaviza pequenas variações de frame pacing. O resultado é uma experiência fluida e confortável, algo raro em ports de grandes lançamentos para dispositivos móveis.
Para alcançar esse desempenho, a resolução interna pode cair para cerca de 400p antes de ser reconstruída via DLSS para preencher a tela de 1080p. A queda passa despercebida graças ao tamanho do display, enquanto os cortes em sombras e folhagem ficam menos visíveis.
Principais ajustes gráficos
Reflexos complexos foram trocados por cube maps simples, a densidade da vegetação diminuiu e o pop-in acontece com mais frequência. Ainda assim, construções, pontes e estátuas mantêm a riqueza geométrica vista nas versões de mesa.
Outro ponto relevante é o tamanho do arquivo: cerca de 61 GB, menos da metade da edição para Series S, conseguido por texturas de menor resolução e compressão agressiva. Mesmo assim, o cenário não perdeu sua identidade visual.
Além de estável, o modo portátil mostra o potencial do motor Anvil em hardware compacto. Para quem gosta de jogar no sofá ou na cama, a performance surpreende e coloca a Switch 2 como opção viável para títulos de última geração.
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Imagem: Adolfo Soares
Experiência docked pede melhorias urgentes
Ao conectar o console à TV, a história muda. Embora a resolução suba para 1080p após reconstrução, o frame pacing se torna irregular, gerando microtravamentos que quebram a imersão. O problema não é a contagem de quadros, mas a maneira como eles são apresentados.
Curiosamente, o VRR, presente no modo portátil, desaparece quando o aparelho está no dock, eliminando o recurso que poderia suavizar essas oscilações. A ausência é ainda mais sentida em ambientes urbanos densos, onde a GPU trabalha no limite.
Outros comprometimentos incluem pop-in mais agressivo de sombras e árvores, além de animação de vento menos detalhada. Apesar disso, as estruturas de grande porte continuam impressionantes, indicando que o port tem base sólida para futuros ajustes.
Segundo a Digital Foundry, um patch direcionado ao frame pacing e ao suporte a VRR no modo docked pode nivelar a experiência entre as duas formas de uso. Até lá, quem pretende encarar a aventura na TV talvez prefira aguardar uma atualização.
E você, vai explorar o Japão de Assassin’s Creed Shadows na telona ou no portátil? Conte pra gente nos comentários e acompanhe nossas próximas matérias!
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