O primeiro grande anime original da Netflix em 2026 já tem nome e data. Kaguya: A Princesa Espacial desembarca no catálogo global em 22 de janeiro, prometendo mesclar ficção científica, musical e conto folclórico japonês.
Produzido pelos estúdios Colorido, Chromato e Twin Engine, o longa é dirigido e roteirizado por Shingo Yamashita. Ele se inspira no mesmo mito que originou O Conto da Princesa Kaguya, do Studio Ghibli, mas propõe um caminho totalmente inédito, repleto de tecnologia e ritmo pop.
Kaguya: A Princesa Espacial traz lenda milenar para 2026
No centro da trama está Iroha Sakayori, estudante de 17 anos que tenta equilibrar jornada escolar e trabalho em Tóquio. Para aliviar o estresse, a jovem acompanha as transmissões de Yachiyo Runami, streamer que administra o universo virtual Tsukuyomi.
Esse ambiente digital permite que usuários criem clones, experimentem novas identidades e, claro, ganhem alguns ienes em minijogos. Enquanto ajuda Yachiyo, Iroha acumula pontos e dinheiro extra, até que um evento surreal muda tudo: um poste de energia começa a piscar em cores neon e, de dentro dele, surge um bebê.
Sem coragem de abandonar a criança, a protagonista a leva para casa. Instantes depois, a recém-chegada se transforma numa adolescente da mesma idade, levantando questões sobre origem, propósito e, possivelmente, a verdadeira natureza da lenda de Kaguya.
Data de estreia e equipes envolvidas
Kaguya: A Princesa Espacial estreia exclusivamente na Netflix em 22 de janeiro de 2026, posicionando-se como aposta de início de ano para o público otaku. A plataforma divulga o título como “primeira grande animação do ano”, reforçando estratégia de ampliar o catálogo de produções japonesas.
Imagem: Bruno Galvão
A direção de Shingo Yamashita, conhecido por trabalhos em Pokémon e Naruto Shippuden, promete cenas de ação fluidas e forte apelo visual. Já a trilha sonora focada em pop futurista busca entregar sensação de show ao vivo, característica rara em longas de animação.
Enredo mistura futuro, música e clonagem
Além do núcleo escolar, o filme mergulha em temas atuais como identidade digital e uso de avatares. O espaço virtual Tsukuyomi serve de palco para números musicais que devem alternar entre canções originais e remixes de melodias tradicionais japonesas, reforçando a dualidade entre passado e futuro.
A presença dos clones também adiciona camadas de suspense. Quem é real e quem é cópia? Até que ponto a tecnologia pode redefinir relações humanas? Essas questões permeiam o roteiro, mantendo o espectador engajado do início ao fim.
Para leitores do OrdemGeek, a boa notícia é que a Netflix já disponibilizou um trailer dublado e legendado, oferecendo vislumbres da animação vibrante e do design de personagens. Marque no calendário: 22 de janeiro de 2026 é dia de conferir Kaguya: A Princesa Espacial e descobrir como a lenda milenar vai ganhar vida no streaming.
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