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Fotos no set de “Superman – Man of Tomorrow” esfriam estreia da nova Mulher-Maravilha no DCU

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Quando as primeiras imagens de “Superman – Man of Tomorrow” vazaram nesta semana, a ausência mais comentada não foi a do vilão principal, mas a de qualquer indício da Mulher-Maravilha. A heroína, que vinha sendo tratada como carta surpresa de James Gunn para unir o pilar trindade já em 2027, simplesmente sumiu das marcações de cena, da papelaria do set e das pistas deixadas em props.

O silêncio virou ruído porque, enquanto Gal Gadot se despede de vez do manto e audições correm em sigilo, o filme apresentou duas novidades opostas: a confirmação visual dos dois Lanternas Verdes, já cantada por Gunn, e cenografia que aponta para Metrópolis em clima de utopia retrofuturista — cenário em que uma guerreira amazona destoaria completamente.

Set leak enterra participation camuflada da heroína

Fontes de produção informaram que os storyboards revistos em março previam apenas um easter egg de Themyscira, fácil de cortar na montagem. A equipe de efeitos práticos recebeu ordem para desmontar em definitivo um pequeno altar grego que seria usado em plate shots. Ao mesmo tempo, a chegada de dois Lanternas — já detalhada no artigo sobre a dupla esmeralda — ganhou mais páginas no roteiro.

Na prática, Wonder Woman perdeu espaço para a subtrama cósmica que amarra “Superman” ao oitavo capítulo do plano Gods & Monsters, anunciado antes mesmo da estreia do primeiro filme. Sem cena, não há casting que se sustente: candidatas estavam em stand-by aguardando o sinal verde para testes de figurino, agora suspensos até nova ordem.

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Recalibragem estratégica pós-Supergirl explica o recuo

A manobra reflete um trauma fresco. O tropeço de “Supergirl” — que ganhou refilmagens e versão alternativa digna de “novo Snyder Cut”, segundo apurou o estúdio — alertou a DC sobre efeitos colaterais de introduzir ícones antes do público assimilar o reboot. Gunn, que já atropelou datas ao anunciar o oitavo capítulo do DCU, decidiu não repetir o risco com Diana.

Em vez de pôr a princesa amazona como cameo, o plano agora seria dar a ela um debut exclusivo numa produção de streaming, irmã temática de “Paradise Lost”. O redesenho também alivia pressões de orçamento, pois a warsuit futurista de Lex Luthor — revelada e comentada em nosso furo sobre a nova estética — já consumiu boa parte da cota de efeitos de “Man of Tomorrow”.

O que muda para o público e para o elenco indefinido

Para o público, o recuo adia a reunião da Trindade clássica e aumenta a função de Clark Kent como eixo de apresentação do universo. Entre os agentes de elenco, a leitura é simples: quem sonhava com o laço de Héstia precisará esperar até 2028, quando o cronograma de cinema abre vaga novamente. Isso reforça rumores de que a Amazona pode estrear em animação primeiro, repetindo a jogada que reposicionou a Supergirl adulta discutida nesta análise.

Gunn evita tema publicamente, mas o mercado recebeu o recado. Sem Mulher-Maravilha em “Man of Tomorrow”, o filme consolida a guinada espacial do DCU e compra tempo para que a personagem volte com musculatura dramática própria — não como figurante de luxo. Até lá, fãs precisarão se contentar com pistas, porque, pelos corredores de Leavesden, o laço dourado foi literalmente guardado no armário.

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